Estrada pra que te quero

O dia de hoje (domingo, dia das mães) pode entrar para aquela lista de dias em que as coisas não dão tão certo o quanto poderiam.

Depois de um dia das mães super gostoso na casa dos meus pais, tínhamos que voltar para nossa casa esperando poder chegar a tempo do culto em nossa igreja. Com combustível no carro, todas as coisas dentro tive a nítida impressão do pneu estar murcho demais. Fomos, paramos em um posto de gasolina e completamos a calibragem ideal para o dito cujo pneu. Já pensando que aquilo não estava dentro do planejado e que iríamos perder um tempo razoável de preparação para o culto, seguimos na estrada.

Alguns quilômetros pra frente, o som do carro simplesmente para de funcionar… e não ligava mais. Achando que talvez fosse algum caso de fusível simplesmente deixei quieto – até que de repente os ponteiros indicadores de combustível e temperatura começaram a simplesmente cair e cair… daí foi um susto – porque nosso velho guerreiro nunca havia nos deixado na mão.

A apenas alguns poucos quilômetros do próximo pedágio, decidi tentar chegar até lá. Parando para pagar o “pouco quisto” o carro morreu. E não dava mais sinal de vida. A empresa chamou um guincho que nos levou (depois de uns 20 minutos de espera) até o posto de gasolina mais próximo (que ficava a uns 900m daquele pedágio). Chegando no posto, não havia eletricista. Depois de alguns minutos conversando perguntando a algumas pessoas, consegui o telefone de um autoelétrico. Com pouco dinheiro de crédito ainda (miraculosamente) consegui ligar para nosso amigo Giba, que depois de cerca de 15 minutos apareceu depois de quase desistir de nos encontrar em um cantinho agora escuro deste posto de gasolina (já eram quase 18hs).

Depois de mais ou menos 2 horas e meia de espera achando que o camarada havia ido embora com meu alternador pra sempre, ele volta (ufa) com o alternador arrumado em uma mão e uma conta de R$350 na outra… depois de mais quase 40 minutos pra recolocar o dito-cujo no lugar, encontrar um parafuso que desse rosca e pagar a conta, cheguei em casa quase 10 da noite.

Com um resfriado engrenado e 350 mais pobre começo a semana.

Mas o bom de tudo isso é perceber que mesmo no meio dessa confusão toda e reclamação, Deus cuidou de nós. Haviam amigos vindo de Campinas que puderam dar carona pra esposa e pro pequeno. O carro parou apenas no pedário, e não no meio do nada na rodovia. O carro foi levado pra um posto de gasolina onde pessoas tinham um número de alguém trabalhando no domingo de dia das mães sem estar completamente chapado de tanto beber. E tantas outras coisas.

Deus é bom!!!

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