Amar não é uma opção

“Eu tenho amado a vocês, tal como o Pai me amou. Permaneçam no meu amor.
João 15.9

Amar não é uma opção. Amar é a maneira de demonstrarmos que realmente somos discípulos de Jesus. A Carta de João nos diz que Deus é Amor (1 Jo 4.8). Conhecer este amor sublime deveria fazer com que nós, seus discípulos, também o repartíssemos com todos à nossa volta.

Jesus não nos dá uma opção do tipo “se vocês se sentirem à vontade, quando tiverem tempo, amem”. Na verdade, ele diz que um dos sintomas de submissão à Ele é o amor. Em João 15.12 Jesus é bem claro quanto ao que Ele pensa sobre a “opção” de amar: “o meu mandamento é este: amem-se uns aos outros”… a pergunta não é “se” devemos amar, nem mesmo “quando” devemos amar. A grande pergunta é se realmente temos agido como discípulos de Jesus.

Os alicerces da vida cristã estão fundados no amor de Deus pela humanidade “Deus amou o mundo de tal maneira[…]”. Fomos salvos pelo amor. Não distorça o amor pelas definições mundanas de amor. Não retenha o amor porque você decide quem merece ou não este amor. Não pare o amor pelo simples fato que Deus não para de amar. Talvez nos falte amor porque o amor não nos pertence. Deus é O amor. Ele é o amor real – precisamos constantemente voltar a Ele e equalizar nossas definições e valores do que de fato é amar, mas não apenas manter no mundo das ideias e sim tornar este amor palpável a todos à nossa volta.

Agora, não me entenda mal. Não estou falando de um amor destrutivo, parcial, conivente com o pecado – porque Deus também não é assim. Mas estou falando de um amor que entrega exatamente aquilo que é necessário sem esperar nada em troca. Um amor que sabe a dose ideal de animo e puxão de orelha. Um amor que dá o primeiro passo.

Amar pessoas é mais que coraçõezinhos e arcos-íris… Amar as pessoas é tornar palpável e real através de ações e atitudes o amor que Deus tem por elas.

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