Masculina, muié macho sim sinhô

 ATENÇÃO, este curto artigo não tem como intenção ou função dizer ou ditar sociologicamente qual o papel de você, mulher, no ambiente secular onde vive… é uma rápida e rasteira meditação sobre o papel bíblico (não exaustivo) da mulher e do homem na liderança na igreja.

Barbara Baird (leia o final do artigo)
A OPBB (Ordem dos Pastores Batistas Brasileiros) aprovou esta semana a ordenação de mulheres como pastoras. Mas para mim existe uma enorme diferença entre “mulher PODE ser pastora” e “a mulher DEVE ser pastora”. O Professor Carlos Osvaldo colocou muito bem num comentário algo como “existe uma ENORME diferença entre o ministério pastoral e o ministério como pastor da mulher”
O que a Bíblia deixa claro é que o a RESPONSABILIDADE de liderança é do homem.
Daí chega alguém e diz “Este comentário é machista”… Não. Na verdade não é.
Penso que machista é o fato de homens que deveriam por a “mão no batente”, a mão no arado, estão sentados nos bancos esperando ser servidos em sua enorme acomodação. A meu ver, para cada mulher que vê a necessidade de se levantar e se tornar pastora, existe um homem que não está ouvindo o chamado de Deus para o pastorado. O maior problema sequer é o fato de terem aprovado a ordenação de pastoras. O maior problema é o fato de ter SURGIDO a necessidade de ordenar pastoras.
O grande problema é que homens são acomodados. São folgados. Mas não gostam ao mesmo tempo de perder o controle. A questão da liderança bíblica é muito diferente. Basta ler as cartas pastorais (Timóteo e Tito) a maneira como a liderança é tratada. São pessoas que servem como exemplo, e não pessoas que sentam e mandam. Uma liderança assim (mesmo masculina) não é de maneira nenhuma uma liderança bíblica. Não estou dizendo que o pastor é quem deve fazer tudo na igreja, mas ele deve ser EXEMPLO DOS FIÉIS (2 Tm 4.12).
A mulher então que fique com Fita Crepe na boca na igreja? Não é isso que estou dizendo – e existem evidências que mostram que quando Paulo em 1 Tm 2 manda a mulherada ficar com a boca calada na igreja, é bem mais provável que o problema principal se tratava de uma inversão de papéis de liderança… a palavra que é traduzida em Timóteo como “EM SILÊNCIO” ou “CALADA” tem um peso de “quietude,  postura de quem ouve” … veja que ele não começa levantando o assunto “ah, aliás, mulheres, só pra lembrar quão rebaixadas vocês são, um CALE A BOCA oficial aqui do apóstolo!”. Paulo inicia o assunto com um perfil masculino na igreja que não estava de acordo com a palavra – dá uma olhada no verso 8 e depois o cap 3… o perfil do pessoal não era muuuuito padrão cristão – pessoal enchendo a cara, briguentos, avarentos…
Enfim, pastorear pessoas e ser pastor são coisas diferentes. Na verdade todo cristão tem o papel de se “pastorear”, cuidar, suportar, auxiliar uns aos outros. Mas o papel de responsabilidade é outro. As pessoas tentam transformar isto em uma questão sociológica da atualidade (Os tempos são outros!), uma questão de capacidades… não faça isso! Não tem a ver com capacidades. Tem a ver com ordem bíblica sobre RESPONSABILIDADES. Desde o Éden o homem foge da responsabilidade! “A culpa não é minha, foi A MULHER que VOCÊ me deu.” … ou seja, Adão está dizendo: “A culpa ou é sua ou é dela. Decidam entre vocês aí. Eu só comi a fruta…” Deus ensina desde lá que, sim, a RESPONSABILIDADE – ou seja, quem vai responder por acertos ou erros – é do homem.

Homem… HOMEM realmente Cristão, não fuja da sua RESPONSABILIDADE.Mulher cristã… Não veja como “liberdade” ter que fazer o serviço de homens que não honram as calças que vestem.

RETOMANDO: Para cada ‘pastora’ ordenada = 1 Homem desobediente no banco. E isto não deve ser considerado normal.

ATUALIZAÇÃO IMPORTANTE: Uma amiga alertou que a imagem do artigo parece agressiva àqueles que adotam a postura favorável à pastoras… Amiguinho internético, não se sinta ofendido. Esta da foto é a Barbara Baird. Uma professora de uma universidade australiana na área de humanas. Ela ensina estudos sobre gênero, sociedade, sexualidade e assuntos relacionados à mulher. Ela é uma feminista que decidiu não mais ser governada por padrões estéticos daquilo que os homens ou outras mulheres da cultura machista pensam… ela vive na depilação o que prega em sala… para ela, aquele bigodinho é a liberdade que ela tem.

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